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Resumo do 6º dia

O dia de sábado começou com a última aula desta Universidade de Verão tendo como orador Paulo Rangel.

Resumo do 5º dia

A manhã de sexta-feira começou com a aula sobre “Inovação Social: reforçar a sociedade civil”, com Filipe Santos. O orador falou aos alunos da importância dos projetos de inovação social (empreendedorismo social), como meio para a transformação da sociedade civil fomentando a inovação social. "A melhor forma de criar nova riqueza é através do empreendedorismo", defendeu Filipe Santos.

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SUGESTÕES
 
 
José Manuel Ribeiro

E por ultimo, a minha ultima sugestao seria que fosse criada a possibilidade de edição do texto publicado na intranet

Resposta de Carlos Coelho:
Olá José Manuel, Vou dar essa sugestão ao Hugo Tavares :) Carlos Coelho
 
ACHEI CURIOSO
 
 

Beatriz Almeida
Achei curioso o facto de as respostas ao inquérito realizado pelo senhor ministro Poiares Maduro aos alunos das universidade de verão divergirem exclusivamente por possuírem pequenas variações na forma como são colocadas.
28-08-2015 | 15:15

Nuno Pinto Dias
Achei curioso que os alunos perante os graves dados da evolução das desigualdades batessem palmas.
28-08-2015 | 16:36

Aldo Maia
Que o Doutor Pedro Sousa tenha centrado a maior responsabilidade do caso da "Lista VIP", na má formação e informação, quer do lado do cliente (Estado), quer do lado do fornecedor (programador).
27-08-2015 | 11:27

José Paulo Miler
Extremamente original e interessante a forma como o Ministro Miguel Poiares Maduro "jogou" connosco em relação à racionalização dos investimentos.
28-08-2015 | 15:05

José Paulo Miler
A racional alocação dos fundos assume-se como vez mais como chave da sustentabilidade financeira do país.
28-08-2015 | 16:15

João Fortes
A maioria dos indivíduos sócios, em termos psicologias, não retenha as memorias durante um longo período de tempo, ou seja memoria de peixe.
25-08-2015 | 18:28 (entregue em papel)

Nuno André Ramos
A comparação entre a criança e a Piton, do Dr. Pedro Sousa, foi genial!
27-08-2015 | 10:49

Hélder Quintas de Oliveira
Achei curioso o facto de se continuar a insistir, ainda nos dias de hoje, na “catequese” imperialista de que na região entre Lisboa e Coimbra se fala o português mais correto (a tal “norma-padrão”), mesmo depois de vários estudos universitários chegarem à conclusão, por exemplo, de que a pronúncia do Norte é a mais próxima do português original.
Os mais incautos vão na conversa…Mas, mais uma vez, o que encontramos é uma definição/construção feita do ponto de vista da capital. Não podemos ter vergonha do nosso sotaque. Ele é um fator de identidade cultural, de diversidade e de diferenciação regional, entre falantes da mesma língua. Devemos, pois, ter orgulho nele e saber preservá-lo, com as evoluções que sempre ocorrem na língua. Vergonha é dar muitos erros ortográficos e pontapés na gramática. E sim, os lisboetas também têm sotaque!
25-08-2015 | 12:29

José Manuel Ribeiro
Idependentemente da cor que defendem, existe um clima de união enorme entre os participantes da universidade de verão.
26-08-2015 | 21:50

Fernando Melo
Apesar de ter sido um dos jantares conferência mais longo que tivemos, o Dr. Luís Montenegro cativou do início ao fim.
29-08-2015 | 00:53